A comunicação em tempo de crise é hoje uma das áreas mais determinantes da gestão estratégica de qualquer organização. Vivemos numa sociedade onde a informação circula a uma velocidade sem precedentes. Um vídeo gravado por um telemóvel pode tornar-se viral em poucos minutos. Um comentário nas redes sociais pode desencadear uma crise reputacional. Uma notícia publicada num órgão de comunicação social pode afetar anos de trabalho na construção de uma marca.

Mais do que responder a um problema, importa comunicar com rigor, oportunidade e responsabilidade, preservando a confiança dos cidadãos, dos clientes, dos colaboradores e dos restantes stakeholders.

Uma crise não destrói uma reputação. Mas a forma como se comunica pode fazê-lo em poucos segundos.

Neste contexto, a comunicação em tempo de crise deixou de ser uma competência reservada às grandes empresas ou às instituições públicas. Hoje, qualquer organização (seja uma autarquia, uma empresa, uma associação, uma IPSS ou uma figura pública) pode ver a sua reputação colocada em causa de um momento para o outro. Muitas vezes sem praticamente se dar conta.

Contudo, importa esclarecer uma ideia frequentemente ignorada: a crise raramente nasce da comunicação. A crise nasce de um acontecimento. É a comunicação que determina se esse acontecimento ficará circunscrito ao problema inicial ou se evoluirá para uma verdadeira crise reputacional.

É precisamente aqui que a Assessoria de Comunicação assume um papel estratégico.

Neste contexto, a comunicação em tempo de crise deixou de ser uma competência reservada às grandes empresas ou às instituições públicas. Hoje, qualquer organização (seja uma autarquia, uma empresa, uma associação, uma IPSS ou uma figura pública) pode ver a sua reputação colocada em causa de um momento para o outro.

Contudo, importa esclarecer uma ideia frequentemente ignorada: a crise raramente nasce da comunicação. A crise nasce de um acontecimento. É a comunicação que determina se esse acontecimento ficará circunscrito ao problema inicial ou se evoluirá para uma verdadeira crise reputacional.

É precisamente aqui que a Assessoria de Comunicação assume um papel estratégico.

Ao contrário do que muitos ainda pensam, um assessor de imprensa não existe apenas para divulgar notícias positivas ou organizar conferências de imprensa. Nos momentos mais difíceis, torna-se um conselheiro da gestão, um gestor de risco reputacional e, muitas vezes, o elemento responsável por preservar a confiança dos diferentes públicos.

Uma crise bem comunicada pode reforçar a credibilidade de uma organização.

Uma crise mal gerida pode destruir, em poucos dias, uma reputação construída ao longo de décadas.


Há apenas vinte anos, uma organização podia dispor de várias horas, ou até dias, para preparar uma resposta pública.

Hoje essa realidade desapareceu.

As redes sociais alteraram profundamente a dinâmica da informação. A primeira versão dos acontecimentos já não pertence aos jornalistas, nem às entidades oficiais.

Pertence a qualquer cidadão.

Um colaborador descontente.

Um cliente insatisfeito.

Um transeunte.

Um influenciador.

Qualquer um pode publicar informação antes da organização ter conhecimento do sucedido.

Enquanto antigamente as empresas geriam essencialmente relações com os Media, hoje comunicam simultaneamente com jornalistas, clientes, trabalhadores, fornecedores, investidores, reguladores e milhares de utilizadores das redes sociais.

Todos exigem respostas imediatas.

Todos esperam transparência.

Todos formam opinião muito antes de conhecerem todos os factos.

É precisamente por isso que a velocidade deixou de ser apenas uma vantagem competitiva.

Passou a ser um fator crítico de sobrevivência reputacional.


O que é, afinal, uma crise?

Nem todos os problemas constituem uma crise e nem todas as crises resultam de um erro. Na literatura internacional, autores como W. Timothy Coombs definem uma crise como um acontecimento inesperado que ameaça os objetivos da organização, compromete a confiança dos seus públicos e obriga à tomada de decisões rápidas num contexto de elevada incerteza.

As crises podem assumir origens muito distintas. Um acidente de trabalho, um ciberataque, um desastre natural, um conflito laboral, uma denúncia interna, uma falha operacional ou uma decisão estratégica mal recebida pela opinião pública são apenas alguns exemplos de situações com potencial para desencadear uma crise reputacional. Embora a sua natureza varie, todas têm um denominador comum: colocam em causa a confiança que os diferentes stakeholders depositam na organização.

É precisamente essa perda de confiança que transforma um incidente operacional numa verdadeira crise. Quando clientes, colaboradores, investidores, parceiros ou cidadãos começam a questionar a credibilidade da instituição, a dimensão do problema deixa de ser apenas técnica ou operacional e passa a ser reputacional.

Por essa razão, a comunicação assume um papel decisivo. Mais do que resolver a causa da crise, importa preservar a confiança dos públicos durante todo o processo. Afinal, recuperar uma infraestrutura, um serviço ou um resultado financeiro pode ser relativamente rápido; reconstruir uma reputação fragilizada é, quase sempre, um processo muito mais exigente e demorado.


Comunicação em tempo de crise: descubra como proteger a reputação da sua organização com uma estratégia de comunicação eficaz.

Incidente ou crise? Nem tudo exige comunicação de crise

Um dos erros mais frequentes consiste em tratar qualquer problema como se fosse uma crise de grandes proporções. Na realidade, nem todos os incidentes justificam conferências de imprensa, comunicados oficiais ou uma resposta pública imediata. A primeira responsabilidade de uma Assessoria de Comunicação é, precisamente, avaliar a dimensão do acontecimento e determinar o seu potencial impacto na reputação da organização.

Um atraso pontual numa obra pública, por exemplo, poderá constituir apenas um incidente operacional. No entanto, se esse atraso colocar em causa a segurança das pessoas, envolver recursos públicos significativos ou desencadear uma forte cobertura mediática e um intenso debate nas redes sociais, a situação pode rapidamente evoluir para uma crise institucional.

Antes de definir qualquer estratégia de comunicação, importa responder a um conjunto de questões essenciais: existe risco para pessoas ou bens? O acontecimento compromete a continuidade da atividade? Está a gerar interesse por parte dos órgãos de comunicação social? A confiança dos cidadãos, clientes ou restantes stakeholders poderá ficar afetada?

A resposta a estas perguntas permitirá perceber se a organização enfrenta apenas um incidente operacional ou se deverá ativar o seu Plano de Comunicação de Crise e mobilizar os recursos necessários para proteger a sua reputação.


Comunicação de crise não é, apenas, controlo de danos​

Ainda persiste a ideia de que comunicar durante uma crise significa minimizar o problema ou limitar os seus efeitos mediáticos. “Abafar a notícia”, como se diz na gíria. Muitas vezes criando um facto novo, espectacular, para desviar atenções.

No entanto, esta perspetiva está longe das boas práticas defendidas pela literatura especializada.

A comunicação de crise não procura esconder informação, manipular perceções ou convencer a opinião pública de que “está tudo bem”. O seu principal objetivo é fornecer informação rigorosa, reduzir a incerteza e demonstrar que a organização está a agir de forma responsável e transparente.

Na maioria das situações, os diferentes públicos não esperam que uma organização seja infalível. Esperam, isso sim, que reconheça o problema, explique o que aconteceu com clareza, assuma as responsabilidades que lhe cabem e comunique de forma consistente as medidas adotadas para resolver a situação. Esta postura contribui para preservar a confiança e reduz significativamente o espaço para rumores, especulações ou interpretações erróneas.

Em sentido inverso, o silêncio prolongado, as mensagens contraditórias ou a divulgação de informação incompleta tendem a agravar a crise. Quando a comunicação falha, a organização perde a capacidade de influenciar a narrativa pública e deixa que sejam terceiros a moldar a perceção dos acontecimentos, muitas vezes com consequências mais gravosas do que o próprio incidente que esteve na origem da crise.


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O verdadeiro papel da Assessoria de Comunicação

Ainda persiste a ideia de que um assessor de imprensa “fala com jornalistas”.

Na realidade, essa é apenas uma pequena parte do trabalho.

Num contexto de crise, a Assessoria de Comunicação transforma-se numa função estratégica diretamente ligada à gestão de topo.

Entre outras responsabilidades, compete-lhe:

  • avaliar riscos reputacionais;
  • aconselhar a administração;
  • preparar os porta-vozes;
  • coordenar a comunicação interna;
  • elaborar comunicados;
  • monitorizar notícias e redes sociais;
  • responder aos pedidos dos jornalistas;
  • garantir coerência entre todas as mensagens públicas;
  • antecipar cenários futuros.

Em muitas situações, o assessor de imprensa torna-se também o elemento responsável por dizer aquilo que ninguém gosta de ouvir.

Por exemplo:

“Não devemos publicar essa informação.”

“Não podemos prometer aquilo que ainda não sabemos.”

“Precisamos de admitir o erro.”

“Essa declaração poderá agravar a crise.”

É precisamente esta independência técnica que distingue uma Assessoria de Comunicação estratégica de uma simples produção de conteúdos.


Os erros que continuam a repetir-se

Independentemente do setor de atividade, muitas crises seguem um padrão semelhante: o problema inicial poderia ter um impacto limitado, mas uma comunicação inadequada acaba por amplificar as suas consequências. Na maioria dos casos, é a forma como a organização responde (ou deixa de responder) que condiciona a perceção pública e a evolução da crise.

Entre os erros mais frequentes encontram-se o silêncio institucional, a demora na resposta, mensagens contraditórias, múltiplos porta-vozes e a divulgação de informação não confirmada. Estas falhas comprometem a credibilidade da organização, alimentam a especulação e dificultam a recuperação da confiança dos diferentes stakeholders.

O silêncio

Quando uma organização desaparece durante várias horas, deixa espaço para que outros contem a história por si.

Hoje, esse espaço é rapidamente ocupado por especulação.

A negação

Negar factos que rapidamente poderão ser comprovados representa um enorme risco reputacional.

A verdade acaba quase sempre por surgir.

E quando surge, o dano é muito maior.

A multiplicidade de porta-vozes

Cada responsável apresenta uma versão diferente.

Cada entrevista acrescenta informação contraditória.

Resultado?

Perda imediata de confiança.

A comunicação excessivamente jurídica

Existe uma tendência para transformar comunicados em pareceres legais.

O problema é que os cidadãos não procuram linguagem jurídica.

Procuram respostas.

Empatia.

Clareza.

Responsabilidade.

Falar antes de saber

A pressão mediática leva muitas organizações a fazer declarações precipitadas.

Poucas horas depois surgem novos factos.

É necessário corrigir informação.

E cada correção diminui credibilidade.

Uma boa comunicação e gestão de crise nunca sacrifica rigor em nome da rapidez.


As primeiras horas podem determinar a evolução da crise

Na gestão de crise, as primeiras horas são decisivas para a forma como os acontecimentos serão percecionados pelos diferentes públicos. Uma resposta célere e bem estruturada demonstra liderança, responsabilidade e capacidade de atuação. Pelo contrário, o silêncio ou a demora na comunicação deixam espaço para rumores, especulações e narrativas construídas por terceiros.

Naturalmente, a comunicação inicial não precisa de responder a todas as questões, sobretudo quando os factos ainda estão a ser apurados. No entanto, deve reconhecer a ocorrência, informar que a situação está a ser acompanhada, manifestar preocupação pelas pessoas afetadas e comprometer-se a prestar novas informações à medida que estas sejam confirmadas. Esperar pela conclusão de uma investigação antes de comunicar é, na maioria dos casos, um erro que pode comprometer a confiança na organização e dificultar a gestão da crise.

Em suma, toda a estratégia de comunicação tem de estar delineada o mais possível de forma prévia. É possível a equipa de Assessoria de Comunicação cobrir todos os potenciais problemas? Claro que não, mas a estratégia-base estiver bem definida e devidamente oleada, rapidamente se adapta ao problema específico.


Saiba mais...


Case study: o ciberataque ao Grupo Impresa

Em janeiro de 2022, o Grupo Impresa foi alvo de um ciberataque que comprometeu vários dos seus ativos digitais, incluindo os websites do Expresso e da SIC, levando a um reset total de todo o conteúdo disponibilizado online. Para além da resposta técnica necessária para restabelecer os serviços, a organização enfrentou um desafio comunicacional de grande dimensão, marcado pela necessidade de informar leitores, anunciantes, parceiros e órgãos de comunicação social sobre a evolução da situação.

A opção por comunicar de forma regular e transparente revelou-se determinante para reduzir a incerteza e demonstrar que o incidente estava a ser acompanhado de forma responsável. Embora a recuperação operacional tenha exigido tempo, a atualização contínua da informação contribuiu para limitar a especulação e preservar a confiança dos diferentes públicos. Este caso demonstra que, quando a resolução de uma crise não é imediata, a comunicação consistente e credível constitui um dos principais instrumentos para proteger a reputação da organização.

Case study: Os incêndios de Pedrógão Grande

Os incêndios de Pedrógão Grande, em junho de 2017, representaram uma das maiores tragédias da história recente de Portugal, não apenas pela dimensão humana e material, mas também pela complexidade comunicacional que geraram desde os primeiros momentos.

Numa fase inicial, marcada pelo rápido alastramento das chamas e pela dificuldade de acesso a várias zonas afetadas, instalou-se uma forte incerteza quanto ao que estava efetivamente a acontecer no terreno.

As primeiras comunicações oficiais e não oficiais revelaram-se fragmentadas e, em alguns casos, contraditórias, sobretudo no que dizia respeito ao número de vítimas, à existência de desaparecidos, às causas prováveis do incêndio e à capacidade de resposta operacional das autoridades. Inclusive até quanto à suposta queda de uma aeronave de combate a incêndios.

Esta descoordenação inicial foi amplificada pela velocidade a que a informação circulava nos meios de comunicação social e nas redes sociais, onde relatos de populares, imagens e testemunhos começaram a surgir antes de uma confirmação institucional consolidada. A própria evolução do incêndio, com múltiplas frentes ativas e mudanças rápidas no terreno, dificultou a validação imediata dos dados, contribuindo para um cenário de elevada incerteza pública.

Esta descoordenação inicial foi amplificada pela velocidade a que a informação circulava nos meios de comunicação social e nas redes sociais, onde relatos de populares, imagens e testemunhos começaram a surgir antes de uma confirmação institucional consolidada. A própria evolução do incêndio, com múltiplas frentes ativas e mudanças rápidas no terreno, dificultou a validação imediata dos dados, contribuindo para um cenário de elevada incerteza pública.

Num segundo momento, à medida que as operações de rescaldo avançavam e o acesso a algumas das zonas mais afetadas se tornava possível, começou a emergir a verdadeira dimensão da tragédia.

O número de vítimas mortais foi aumentando progressivamente, à medida que eram localizados corpos em diferentes pontos do território. Um dos episódios mais marcantes e amplamente noticiado foi a descoberta de várias vítimas no interior de veículos na Estrada Nacional 236-1, entre Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera, onde muitas pessoas terão sido surpreendidas pelo avanço rápido das chamas enquanto tentavam fugir.

Este cenário foi posteriormente confirmado por reportagens e investigações jornalísticas de órgãos como a RTP, o Público e a Lusa, bem como por relatórios oficiais e análises técnicas sobre a evolução do incêndio.

Em situações desta natureza, é fundamental que exista uma estrutura de comunicação centralizada, capaz de assegurar mensagens coerentes, confirmar apenas informação validada e estabelecer um fluxo contínuo de atualização para os órgãos de comunicação social e para a população. A ausência desta coordenação aumenta a incerteza e dificulta a confiança nas instituições, precisamente quando a população mais necessita de informação credível.


O que pode descobrir ainda?


Como preparar um Plano de Comunicação de Crise

Uma comunicação em tempo de crise, para ser eficaz, começa muito antes de surgir qualquer problema. As organizações mais preparadas investem na prevenção, desenvolvendo planos de comunicação que definem responsabilidades, procedimentos e fluxos de decisão para diferentes cenários.

Um Plano de Comunicação para uma Gestão de Crise deve identificar os principais riscos reputacionais, estabelecer quem integra a equipa de crise, definir os porta-vozes autorizados, prever modelos de comunicação para diferentes públicos e assegurar mecanismos de monitorização dos meios de comunicação social e das plataformas digitais.

Uma boa equipa de Assessoria de Comunicação deverá promover a realização periódica de exercícios de simulação permite testar procedimentos, identificar fragilidades e melhorar a capacidade de resposta da organização. Tal como acontece nos planos de emergência, a eficácia depende, em grande medida, da preparação realizada antes da ocorrência de qualquer incidente.


A inteligência artificial e os novos desafios da Assessoria de Comunicação

A evolução da inteligência artificial veio introduzir novas oportunidades, mas também novos riscos para a comunicação de crise. Ferramentas de monitorização permitem hoje identificar tendências, acompanhar a cobertura mediática e analisar o sentimento dos diferentes públicos com uma rapidez sem precedentes.

Contudo, a mesma tecnologia facilita igualmente a criação de conteúdos manipulados, imagens falsas e vídeos sintéticos capazes de amplificar uma crise em poucos minutos. Neste contexto, a rapidez da resposta continua a ser importante, mas a verificação da informação assume um papel ainda mais crítico.

Independentemente da tecnologia utilizada, a credibilidade continuará a depender da transparência, da consistência e da confiança que a organização conseguir construir junto dos seus stakeholders.


A Importância da Comunicação de Crise e da Gestão da Reputação

Nenhuma organização está imune a uma crise. A questão não é saber se surgirá uma situação crítica, mas quando acontecerá e de que forma será gerida. Embora nem sempre seja possível evitar o acontecimento que dá origem à crise, é possível preparar a organização para responder de forma estruturada, transparente e responsável.

A Assessoria de Comunicação não deve encarar a gestão de crise como uma reação improvisada, mas como uma componente essencial da estratégia de comunicação e da gestão da reputação. Organizações que investem na preparação, definem procedimentos claros e valorizam a Assessoria de Comunicação estão mais bem posicionadas para enfrentar situações de elevada exposição mediática e preservar a confiança dos seus públicos.

Num ambiente em que a informação circula à velocidade de um clique e a reputação se tornou um dos ativos mais valiosos de qualquer organização, comunicar bem deixou de ser apenas uma vantagem competitiva. É, cada vez mais, uma condição indispensável para proteger a credibilidade, reforçar a confiança e garantir a sustentabilidade das instituições.

Se pretende preparar a sua organização para responder de forma eficaz a situações de crise, desenvolver um Plano de Comunicação de Crise ou reforçar a sua estratégia de comunicação institucional, entre em contacto. Uma resposta preparada do seu Assessor de Imprensa faz, muitas vezes, a diferença entre uma crise controlada e uma reputação seriamente comprometida.



Helder Robalo

Sou o Helder Robalo, profissional de Assessoria de Imprensa, com percurso consolidado no Jornalismo e na Comunicação Institucional, iniciei a minha carreira no Diário de Notícias, onde permaneci até 2014. Entretanto enveredei pela área da Assessoria de Imprensa, onde somo já 11 anos de experiência!

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